Referência em Nefrologia · Brasília
Hospital Universitário de Brasília · UnB
Estruturou o Programa de Transplante Renal da UnB desde 2007 · Especialista em Nefrologia
Coordenador da Central Nacional de Transplantes · Ministério da Saúde
Referência em nefrologia em Brasília — da doença renal crônica ao transplante. Com você em cada etapa dessa jornada.
Nefrologista com atuação
em transplante renal desde 2007
Meu trabalho é estar nesse caminho com você — e com quem você ama.
Sou nefrologista, integrante do Programa de Transplante Renal da Universidade de Brasília desde 2007 — onde estruturei o programa e supervisionei a residência em nefrologia desde 2013. Atuei como Coordenador da Central Nacional de Transplantes no Ministério da Saúde — o sistema que garante que cada rim disponível chegue ao paciente certo. Essa trajetória me deu uma visão completa da jornada renal, do primeiro diagnóstico até o acompanhamento após o transplante.
Aprendi algo que nenhum livro ensina: a doença renal é uma doença da família. Paciente e família adoecem juntos, sofrem juntos — e precisam ser cuidados juntos. O bem-estar de quem está ao seu lado importa tanto quanto o seu.
Atendo pacientes em todas as fases da doença renal — diagnóstico precoce, tratamento conservador, diálise e transplante — com atenção não só ao quadro clínico, mas à história de vida de cada um.
Em cada consulta, meu objetivo é simples: que você saia com suas dúvidas respondidas, confiante no tratamento e seguro de que não está sozinho nessa jornada.
Receber o diagnóstico de doença renal crônica muda muita coisa. A rotina, os hábitos, os planos. E, muitas vezes, o jeito como a família inteira vive.
A doença renal crônica não é uma sentença — é uma condição que, quando acompanhada de perto e tratada com cuidado, permite uma vida plena e com qualidade.
Entenda o diagnóstico, o que acontece com seus rins e o que esperar nas próximas etapas.
Tratamento conservador: hábitos, medicamentos e acompanhamento que fazem diferença.
Hemodiálise: como funciona, o que muda na rotina e como se preparar.
Diálise peritoneal: uma opção que permite mais autonomia e qualidade de vida.
Para alguns pacientes, o transplante é o próximo passo. Entenda quando e como pensar nisso.
A palavra transplante pode assustar. À primeira vista, parece algo distante, indesejado — talvez um último recurso.
Mas o transplante renal é hoje a modalidade de tratamento com melhor sobrevida e qualidade de vida para pacientes com doença renal crônica avançada. Não é o fim de uma jornada — é o começo de uma vida com mais liberdade.
Critérios, avaliação e o que é necessário para entrar no processo de transplante.
Como funciona, quem pode ser doador e o que esperar de cada etapa do processo.
Entenda como o sistema decide quem recebe um rim e como o processo acontece.
O que determina a posição na lista, como acompanhar e o que fazer enquanto aguarda.
Acompanhamento, cuidados, medicamentos e como viver bem com o rim transplantado.
Existe um momento na doença renal em que o paciente ainda se sente relativamente bem — mas os exames dizem outra coisa. É um momento silencioso e traiçoeiro. E é exatamente aí que as decisões certas fazem toda a diferença.
Meu trabalho começa antes da crise. Porque as melhores escolhas sobre sua saúde renal são tomadas com tempo, informação e sem pressão.
Cada ponto de função renal preservado é tempo de qualidade de vida ganho. Trabalhamos com rigor para desacelerar a progressão — controlando as causas, ajustando o tratamento e eliminando o que agride seus rins.
Se a diálise ou o transplante se tornarem necessários, você não será pego de surpresa. Planejamos cada etapa com antecedência — para que a transição, se acontecer, seja segura, organizada e nos seus termos.
Sei que o maior medo não é técnico — é perder o controle sobre a própria vida. Cada decisão clínica é tomada levando em conta quem você é, como você vive e o que você não abre mão.
"Nenhuma decisão importante sobre sua saúde deve ser tomada sob pressão. Meu papel é garantir que você tenha tempo, clareza e suporte para escolher o melhor caminho."
Dr. Giuseppe Gatto
A primeira consulta é o começo de uma conversa. Não há pressa, não há julgamento — há espaço para você contar sua história.
✦ Família é sempre bem-vinda na consulta
Pesquisa, ensino e divulgação como extensão do cuidado — porque o conhecimento produzido na academia chega, de alguma forma, ao paciente.
PLoS Neglected Tropical Diseases · 9 citações Web of Science
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